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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

We’ll Take Manhattan

When David Bailey & Jean Shrimpton changed Fashion forever...

Assisti este filme ontem. Realmente muito interessante, uma maravilha este filmes Vintage que nos transportam no tempo. Vale a pena!

The movie focuses on a Vogue photo shoot in New York in 1962 and how iconic 1960s model Jean Shrimpton and David Bailey embarked on their four-year affair.

Karen Gillan and Aneurin Barnard in We’ll Take Manhattan.

A primeira top-model. Jean Shrimpton formou-se numa escola de modelos com 17 anos e começou a trabalhar em 1960.
Chamando a atenção do fotógrafo David Bailey, quando ainda desconhecida fazia fotos para um propaganda dos cereais Kellogg’s com outro fotógrafo, e com ele iniciou a carreira na moda e um relacionamento pessoal que duraria quatro anos.
Ela sempre declarou que deveu sua carreira a Bailey. Bailey a teve como grande musa e suas fotos com Jean ajudaram a torná-lo um dos grandes fotógrafos de moda do mundo e o mais famoso fotógrafo britânico desta época.
Depois do fim do relacionamento sentimental com Bailey, Shrimpton também formou um famoso par nos anos 60 com o ator Terence Stamp.
Seu padrão de beleza quebrou o padrão vigente da beleza tradicional, aristocrática, voluptuosa e formal, com uma figura e um estilo totalmente esportivo e moderno, num visual de cabelo comprido com franjas, cílios longos, sobrancelhas arqueadas e lábios carnudos.
Entre outros fatos de sua carreira como maior modelo do mundo que durou mais de uma década, até encerrá-la em 1972, ela ajudou a lançar e popularizar a minissaia.
Seu visual era imitado por uma geração de mulheres e até manequins de lojas de departamentos eram fabricados à sua semelhança. 
Depois de abandonar a carreira, Shrimpton nunca mais participou do mundo da moda.
Em 1964 ela deixou  Bailey pelo ator Terence Stamp. Casada desde 1979 com o fotógrafo Michael Cox, hoje é proprietária de um hotel em Penzance, Cornwall, sudoeste da Grã-Bretanha, dirigido por seu filho Thaddeus.

Em 1958, determinado a seguir a carreira de fotógrafo, David Bailey comprou uma câmera Canon; porém, impedido de cursar o London College of Printing, um anexo de ensino de artes do London Institute, por causa de seu baixo rendimento escolar, começou a trabalhar como assistente de fotógrafos da cidade, fazendo trabalhos menores e burocráticos nos estúdios. Em 1959, ele tornou-se assistente de um conhecido fotógrafo londrino, John French, passando a fazer trabalhos próprios e ganhando dinheiro também como free-lancer. Em 1960, com apenas 22 anos, foi contratado pela revista Vogue britânica para fazer as fotos dos editoriais de moda da publicação, o que veio a transformá-lo numa celebridade internacional.
Junto com dois colegas londrinos, Terence Donovan e Brian Duffy, Bailey criou e capturou as imagens que ajudaram a criar o espírito da Swinging London dos anos 60, uma cultura de moda, artes e das celebridades chiques da época. Os três fotógrafos passaram a conviver com atores, músicos e com a nobreza britânica, vendo-se eles próprios serem elevados à categoria de celebridades pela imprensa, junto com as que fotografavam.
Entre muitas outras personalidades que Bailey fotografou nesta época ou mesmo lançou, estão The Beatles, Mick Jagger,Twiggy, The Rolling Stones, a supermodelo Jean Shrimpton, Marianne Faithfull, Brian Jones, Lord Snowdon e Catherine Deneuve, com quem foi casado entre 1965 e 1972, imagens que se tornaram sinônimo de uma era, além de fotografar inúmeras capas e matérias de moda e comportamento para as maiores revistas do mundo.
Com um trabalho consistente, influente e reconhecido através das décadas, Bailey foi condecorado como Membro do Império Britânico em 2001 pela Rainha Elizabeth II. Amante dos trabalhos de Pablo Picasso, hoje, com mais de 70 anos e ainda trabalhando para as grandes revistas de moda, dirigindo comerciais e campanhas publicitárias para o cinema, ele é casado com a ex-modelo e atriz Catherine Dyer.
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AS the 50s drew to a close, fashion magazines were full of dull, upper-class women in boring, stiff poses, wearing twinset and pearls. And then came Bailey and The Shrimp.
The meeting of the working-class David Bailey - son of a tailor in London's east end, and an arrogant but talented photographer - and Jean Shrimpton, a middle-class farmer's daughter, kick-started the swinging 60s.
Signed up by the fashion magazine British Vogue, Bailey was asked to fly to New York to shoot for fashion editor Lady Clare Rendlesham - a woman used to those aristocratic models sticking to stern poses in beautiful places - and demanded he be allowed to take his girlfriend.
Far from the traditional, staid fashion pictures, he took offbeat, realistic poses shot against gritty backgrounds.
Vogue loved the pictures and they changed the industry forever.
But she was never comfortable with success. When Bailey took her to nightclubs, she'd take her knitting with her. They lived together in a scruffy flat and their relationship lasted until 1964 when, said to be fed-up with his cheating, Jean left him for actor Terence Stamp.
Later, Jean famously rejected lothario Warren Beatty and in her early 30s retired from modelling, taking up photography and living with poet Heathcote Williams. She later married photographer Michael Cox and they bought a hotel in Cornwall.
Bailey went on to marry French actress Catherine Deneuve in 1965. They divorced in 1972 when he took up with model Penelope Tree, who was 17. By 1974, he was with Hawaiian model Marie Helvin, who he married, creating one of the decade's most iconic couples. Bailey then fell for English model Catherine Dyer, more than 20 years his junior, and they married in 1986. They are still together and have three kids. Bailey is still working and in much demand.



O famoso editorial...
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